Tribunal condena ex-presidente da Libéria
AFP | 26.04.2012
O ex-presidente da Libéria Charles Taylor foi considerado
culpado por crimes contra a humanidade. Ele provocou uma série de conflitos em
parte da África nos anos 90.
Diamante de sangue dado para Naomi Campbell
Brasileiros desenvolvem fogões para África
Iniciativa tem parceria com o MIT e com escolas americanas
Portal Porvir
Um grupo de alunos do segundo ano do ensino médio do Colégio Bandeirantes, em
São Paulo, decidiu extrapolar os muros da escola em algo como… 9.000 km. Para
desenvolver o seu projeto da feira de ciências, os jovens de 16 anos estão
participando de um time que envolve estudantes de outros três países com o
objetivo de desenvolver fogões que não façam mal à saúde para comunidades rurais
de Uganda e Ruanda, na África.
Nesses dois países, o uso de fogões primitivos, normalmente feitos de argila e com combustão a partir de gravetos, é uma questão de saúde pública. A fumaça preta emitida por eles provoca doenças respiratórias graves, atrapalha no desenvolvimento cognitivo de crianças e gera várias outras mazelas associadas. O problema é tão sério que as Nações Unidas estimam que quase 2 milhões de pessoas morram todos os anos no mundo por complicações decorrentes da inalação dessa fumaça.
Diante dessa situação, a ONG ugandense The Kasiisi Project pediu ajuda ao D-Lab, do MIT, laboratório que desenvolve tecnologias de baixo custo para melhorar a qualidade de vida de famílias de baixa renda pelo mundo. Em seguida, o MIT desenvolveu um material sugerindo cinco tipos de fogão mais eficientes e menos danosos à saúde e começou a procurar escolas parceiras para testar e aperfeiçoar os modelos.
O Projeto Educacional Global de Fogão Eficiente para Cozinhar foi aceito por escolas dos EUA, Ruanda, Uganda e Brasil. A partir das sugestões da cartilha do MIT, os jovens deveriam aprimorar os fogões para que a sua construção fosse viável financeiramente para a população ruandesa e ugandense, contando com matérias-primas disponíveis nessas regiões. Além disso, eles precisavam ter o cozimento eficiente e, claro, não ser danoso à saúde.
Nesses dois países, o uso de fogões primitivos, normalmente feitos de argila e com combustão a partir de gravetos, é uma questão de saúde pública. A fumaça preta emitida por eles provoca doenças respiratórias graves, atrapalha no desenvolvimento cognitivo de crianças e gera várias outras mazelas associadas. O problema é tão sério que as Nações Unidas estimam que quase 2 milhões de pessoas morram todos os anos no mundo por complicações decorrentes da inalação dessa fumaça.
Diante dessa situação, a ONG ugandense The Kasiisi Project pediu ajuda ao D-Lab, do MIT, laboratório que desenvolve tecnologias de baixo custo para melhorar a qualidade de vida de famílias de baixa renda pelo mundo. Em seguida, o MIT desenvolveu um material sugerindo cinco tipos de fogão mais eficientes e menos danosos à saúde e começou a procurar escolas parceiras para testar e aperfeiçoar os modelos.
O Projeto Educacional Global de Fogão Eficiente para Cozinhar foi aceito por escolas dos EUA, Ruanda, Uganda e Brasil. A partir das sugestões da cartilha do MIT, os jovens deveriam aprimorar os fogões para que a sua construção fosse viável financeiramente para a população ruandesa e ugandense, contando com matérias-primas disponíveis nessas regiões. Além disso, eles precisavam ter o cozimento eficiente e, claro, não ser danoso à saúde.
Lagarde: Pobreza na África preocupa mais que Grécia
25 de maio de 2012 | 21h 46
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde,
conclamou hoje os gregos a pagarem seus impostos e declarou-se mais preocupada
com a situação na África subsaariana do que com a pobreza causada pela crise
econômica na Grécia.
Em entrevista concedida ao jornal britânico The Guardian, Lagarde declarou: "Até onde interessa a Atenas, eu também estou preocupada com aquelas pessoas que tentam fugir o tempo todo do imposto de renda, todas as pessoas na Grécia que tentam se esquivar do pagamento de impostos".
Para Lagarde, os gregos deveriam "tentar se ajudar coletivamente" e "todos pagarem os impostos devidos". Ela disse pensar "na mesma proporção" naqueles que estão privados dos serviços públicos por causa da crise e naqueles que tentam se esquivar dos impostos.
Sobre as crianças afetadas pela crise, Lagarde atribuiu a responsabilidade aos pais. "Os pais precisam pagar seus impostos", disse ela ao Guardian.
"Penso mais nas criancinhas de uma escola em um povoado no Níger que têm duas horas por dia de aula, com uma cadeira para três crianças e ainda assim conseguem estudar", prosseguiu. "Penso nelas o tempo inteiro, e acho que elas precisam de muito mais ajuda do que as pessoas em Atenas."
O FMI, dirigido por Lagarde, é um dos três credores externos que impuseram à Grécia a adoção de duras medidas de austeridade fiscal, com duros cortes nos serviço públicos, em troca de resgate financeiro. Os outros dois credores são a União Europeia (UE) e o Banco Central Europeu (BCE). As informações são da Dow Jones.
Em entrevista concedida ao jornal britânico The Guardian, Lagarde declarou: "Até onde interessa a Atenas, eu também estou preocupada com aquelas pessoas que tentam fugir o tempo todo do imposto de renda, todas as pessoas na Grécia que tentam se esquivar do pagamento de impostos".
Para Lagarde, os gregos deveriam "tentar se ajudar coletivamente" e "todos pagarem os impostos devidos". Ela disse pensar "na mesma proporção" naqueles que estão privados dos serviços públicos por causa da crise e naqueles que tentam se esquivar dos impostos.
Sobre as crianças afetadas pela crise, Lagarde atribuiu a responsabilidade aos pais. "Os pais precisam pagar seus impostos", disse ela ao Guardian.
"Penso mais nas criancinhas de uma escola em um povoado no Níger que têm duas horas por dia de aula, com uma cadeira para três crianças e ainda assim conseguem estudar", prosseguiu. "Penso nelas o tempo inteiro, e acho que elas precisam de muito mais ajuda do que as pessoas em Atenas."
O FMI, dirigido por Lagarde, é um dos três credores externos que impuseram à Grécia a adoção de duras medidas de austeridade fiscal, com duros cortes nos serviço públicos, em troca de resgate financeiro. Os outros dois credores são a União Europeia (UE) e o Banco Central Europeu (BCE). As informações são da Dow Jones.
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